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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Tristeza


Os meus olhos só expressam tristeza?
É uma melhora, porque por algum tempo eles permaneceram vazios.
Desculpa, mas é que nesse momento ela precisa sair, e não tive como colocar pra fora de outra forma... Quem sabe se ela saindo permite que outras coisas se expressem!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Ir



É difícil seguir em adiante quando cada passo para frente resulta em três para trás.
Se eu virar as costas, será que consigo ir?

Ai que saudades da vida!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Chamada

- Insônia?
- Presente!
- Tédio?
- Presente!
- Angústia?
- Presente!
- Nostalgia?
- Presente!
- (...) Então gente, já que passou da meia-noite, é hora do sofrimento comparecer.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sem título

Sabe um dia daqueles que você sente uma agonia, uma vontade de reencontrar velhos amigos para reclamar da vida e acabar em risos (ou lágrimas)?
Então, estou num dia assim (numa semana)...
Mas cadê a coragem para convidar alguém para um passatempo tão desmotivador? Aliás, cadê alguém para ser convidado. Não sei, espero que fevereiro passe rápido e que março seja um mês de encontros.
O pior de tudo é que as horas nestes dias são as mais vagarosas e as menos produtivas... Tantas horas sem utilidade, sem objetivo... Mais horas para pensar... Tempo perdido com antecedência!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Angústia²

Eis que este momento me reserva doses extras do meu mais característico sentimento: angústia.
Tento fugir, fingir que não estou sentindo, pensar em outras coisas. Tento esquecer, pular esta fase... Passo mal: dói a cabeça, o joelho, o dedo, o estômago, a coluna... A estrutura está balançada.
É por isso que resolvi reconhecer que há sim algo errado... Minimamente 'errado', mas que está causando um grande mal... Essa não-concentração, este des-interesse... Acho que estou dominada pela angústia novamente (digo acho, para não reconhecer a certeza de que não estou mais no controle)!
Me pergunto: - Por quê? Para quê? Para quem?
Não quero mais escolher, estou cansada disso! Talvez seja este o motivo do meu cansaço sem fim. Não fazer escolhas, mas insistir em escolhas erradas. Repetir, repetir e repetir.
Engraçado, não? Escolher sempre o errado, ver que isto está acontecendo e não conseguir fazer nada para romper este circuito... Como se estas não fossem as minhas escolhas. Tanta análise, tanta crítica, tanto perfeccionismo para fazer algo diferente, quem sabe escolher o certo... Mas aí que me deparo com a angústia novamente... E não é aquela angústia gerada por ter que escolher, mas a angústia escolhida!
Eu mudo os caminhos, mas me remeto a mesma escolha...

2011 foi um ano de escolhas ... E um ano de angústias... 2012 será também, mas escolho que a angústia que se aproxime, seja a que se manifesta diante do desconhecido. Escolho não mais repetir, ser mais paciente, menos exigente...

E que venha a angústia!

sábado, 20 de novembro de 2010

Alma Inquieta



Boa Noite!


Como nunca me apresentei, vim aqui hoje para isso...
Sou R.B.S., 22 anos, sexo feminino. Queria ser perfeita mais não consigo, só destaco minhas imperfeições nestas tentativas.
Leonina, fria e altamente sensível.
Ponderada, extremamente racional e a impulsividade em pessoa.
Nunca achei que a vida fosse bela... Pessimista! Não devo ter nascido assim.
Profunda com alguns; superficial, fútil, boba, retardada, deprimida, neurótica... Não sei ser nada.
Há muito concordo com a idéia de que nós mesmos fazemos nosso destino... Aos 21 resolvi fazer o meu...
Queria algo diferente, divertido, interessante, PERFEITO... Mas piorei as coisas.
Não sei exatamente as causas, mas estou vivendo as consequencias.
Quis parar, mas não tenho essa coragem... Melhor ligar o 'auto' e seguir em frente.

sábado, 23 de outubro de 2010

...Fim de Análise...

Depois de muito, resolvi postar... Foi um momento importante...



.....................................................................................................


Tinha desistido de ler/mandar... Mas mudei de idéia... Não precisa ler agora (até porque agora não é hora de estar em Internet. Oo), pode deixar para Fortaleza... Afz, mandei logo para não desistir de novo... Não vou me explicar muito também... Antes ou depois que ler (sei lá), se quiser as explicações eu tento... Se não quiser melhor. =)

Só para ficar mais claro:
- o primeiro texto é o que tinha feito para levar no último dia;
- (...) ~> isso significa que uma parte foi censurada;
- (...) ~> isso em itálico significa que eu dormi.
- o que vem depois daquilo em itálico é o fim que criei hoje para não ficar muito estranho;
- tudo que está em itálico no primeiro texto foi adicionado depois (o segundo foi todo feito depois);
- o itálico em itálico é só para não deixar dúvidas sobre o que é itálico (que com certeza você sabe);
- o que diferencia o primeiro texto do segundo texto é o título (na verdade isso é o que separa, o que diferencia é... Hum... É tudo... São textos diferentes... oO);
- é... essas coisas todas são para você cansar e pensar: "- Que pessoa louca, tenho mais o que fazer! \õ/"
- mas se ainda assim não desistir... Gostaria que lesse!

Whatever...



São Luís, 28 de julho de 2010.
(01:22 - ...)
Fim de jogo... Ops, fim de análise.

(...)

Na sessão passada, a penúltima, falamos tanto sobre escrever que deu até vontade. Mas é extremamente assustador escrever coisas pessoais para ler em voz alta (por isso que não o fiz... =X).
Fim de análise! Teve um tempo durante a análise que me perguntava como seria quando acabasse... Como eu estaria quando chegasse ao fim? O que eu sentiria quando soubesse que não era para sempre?? Quem perceberia que deveria chegar ao fim?
Bem, foi meio rápido para que eu pudesse descobrir estas respostas (ou não....).
É estranho acabar... Foi meio rápido para mim... E olha que nem costumo ter problemas de adaptação! ¬¬
Eu já passei por alguns processos terapêuticos, mas esta foi a primeira análise. Nunca tinha chegado ao fim de análise. A sensação é tão estranha, ou até mesmo mais estranha que a de entrar em análise. Entrar em análise desorganiza... Finalizar uma também!
Não sei exatamente o que me levou a iniciar a análise, nem lembro como era... O que percebo é que nada mais é como antes e que tudo permanece da mesma forma. Talvez eu tenha mudado, apesar das circunstâncias variarem, a mudança maior está em mim, em como vejo as coisas (apesar de ainda continuar, neste parágrafo eu, com certeza, estava dormindo... Sem pausa... =O).
No início era horrível (no meio e no fim também, mas não deixava de ser bom. =P), sentia-me invadida por mim mesma (tão esquizofrênico isso... Ou não. É, eu gosto de "ou não"...). Falei de coisas proibidas, entrei onde não deveria, mostrei mais que o necessário... Pra variar fui meio impulsiva nisso... Cheguei falando mais que o planejado (na verdade desde o primeiro dia não cumpri o planejado... Estava tão ansiosa para o primeiro dia que nem conseguia planejar.)... Senti de forma diferente, permiti-me pensar no imprestável, digo, no impensável (no imprestável também... Em vários na verdade... E sim, o trocadilho foi proposital).
As coisas mudaram... Só não sei bem que coisas...
O que pensava da análise era tão diferente. Vou ganhara até presente. Confesso que achei assustador e que queria dar um passo pra trás e perguntar - por quê? Mas como estava sentada não tinha como dar um passo pra trás e como não daria uma passo pra trás não tinha graça perguntar o porquê.
Fim é uma palavra esteticamente estranha, mas isso não vem ao caso... É angustiante... Qualquer fim é...

(...)

Uma pequena pausa para dormir, acordar, trabalhar, desistir de ler, ir para análise, ganhar um livro... Não sei o que colocar para não ficar estranho... Então vou deixar estranho mesmo...



São Luís, 30 de julho de 2010.
(01:36 - ...)
E nem doeu tanto assim

Fins geralmente são desconfortáveis... Não sei me despedir... Não sei o que fazer antes de acabar... E acima de tudo odeio lembrar que todo fim é também um começo (com exceção da morte que o fim dos fins).
Ahh, esqueci de agradecer o presente... Obrigada! Não sou muito boa em receber presentes... Acho estranho...
Nossa, estava cheia de idéias antes de começar... Mas perdi todas...
Sim, mesmo sabendo com uma certa antecedência  que pararia a análise, resolvi deixar para me preocupar mais com isso quando chegasse mais perto... Aquela sensação de que acabaria começou a me assustar... Tinha tantas perguntas ainda! Tanta coisa pra falar...
Mas no lugar de falar, como sempre, resolvi deixar meu corpo se virar com essa angústia... Dores, enjoos, vômitos, insônia... O de sempre! Mas ele aguenta... E logo corro atrás do tempo perdido (e do peso perdido também).
Alguns dias antes a ansiedade aumentou, o medo também... Desespero por não saber o que fazer...
Na segunda estava uma pilha a ponto de explodir... Queria falar, chorar, correr em círculos (é uma boa técnica para 'desestressar'... Mas não, eu não a pratico... =P). Sai meio tonta, perdida... Intensamente tonta e perdida, como no começo...
Na Quarta era como se já tivesse acabado... Pra mim já nem era meu analista me ouvindo, era uma pessoa (desculpa, mas é que costumava me convencer que você não era uma pessoa... Era O ANALISTA então não teria sérios problemas o que eu falasse... Na quarta já estava tudo meio misturado, pessoa e analista... Hoje já não é analista... É pessoa! (é, já estou com sono também... Gosto de escrever com sono porque as idéias fluem melhor... Mas acabei de perceber que abri um parentese dentro de outro... Deveria ser chave, mas ficará assim mesmo!) O que eu falar hoje já é diferente...).
Aff, bem mais difícil continuar agora... Está meio estranho ainda, claro, mas nada insuportável... Só é diferente agora...
É, eu só costumo escrever para pessoas bem próximas... Por coisas assim que tenho medo de assustar os outros... Sou só 'um pouco muito' confusa. Já que está tudo tão diferente, porque não escrever para você também... ¬¬
Estranho não saber como vai ser agora... Insegura para falar qualquer coisa... Vontade de apagar tudo e deixar de bobagem... Um passo a frente e dois para trás.
O objetivo aqui era escrever sobre o pós-fim... Mas é que complicou tanto. =O
Sei lá... Melhor parar por aqui... Ver o que acontece... Depois seguir...
Whatever novamente...

Nem sempre é perigoso, mas vale a pena a prevenção (ou não).

P.S.: A confusão com as palavras é comum quando começo a falar de coisas complicadas (e de coisas simples também)...

Renata Barreto

terça-feira, 27 de julho de 2010

E por falar em dor...


Hum... Sempre tenho dificuldade em começar o post (e em terminar... Tá! E em manter também... Que coisa! Mas é que começar falando sobre a dificuldade em começar um post faz ter um assunto para começar...).
Mas enfim, nada melhor do que falar sobre o que estou sentindo neste momento... É, sei que não era este o objetivo inicial deste blog, quando reativado, mas agora ele mudou de objetivo... Já que é meu, eu posso dar a ele o objetivo que quiser, né?! =P
Sim, essa enrolação toda é somente para tentar desistir de falar sobre sentimentos... Sempre tão difícil...
Hoje o que sinto é dor... Meu corpo todo sente... Parece meio exagerado, sei, mas gosto dos exageros as vezes. Mas sim, não é uma dor insuportável, que me impossibilita de andar (antes fosse)... É uma dor diferente... Não é de cabeça nem na coluna... Na verdade não é em lugar algum... É em tudo... (Sim, está meio exagerado mesmo, mas é que se for para deixar mais claro onde é, será meio constrangedor... E nem vai ter graça também... =X)
É uma dor que começa no corpo e entra... Ou que começa da alma e vem pro corpo.. Sei lá... Dor na alma é estranho... Alma é estranho!
Não sei... Não consigo muito bem falar hoje... Nunca consigo muito bem falar! Mas é que hoje estou com vontade de escrever, mas para variar não sei exatamente de que, nem como...
Escrever apenas. Assim como a dor... Apenas dor... Em local algum, mas que atinge tudo... Não sinto exatamente, mas me derruba...
Dor em saber que os erros deixam marcas irreparáveis... As marcas ficam... E doem.
(Talvez eu não quisesse falar da dor, mas sim dos erros...)


Hum... Fim de análise... Isso dói também (só não precisava ser literalmente).
Não sei exatamente o que escrever, como também não sei o que falar...


Hoje o que me dói é esse vazio... Que sempre existiu, mas agora grita, como tantas vezes antes. Talvez esteja na hora de escutá-lo. Ou vai ver está na hora de me entregar a dor. Arriscar senti-la de verdade.. E não deslocar a uma parte qualquer (ou a todo o corpo).


Está tudo inacabado, tudo incompleto, tudo sem sentido também (ironicamente, como a dor)... É, está na hora de voltar ao diário de verdade, papel me inspira mais que este teclado duro.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Generosidade



Aff, gosto de fazer as coisas em ordem... Já que o espaço para o título vem primeiro deveria escrevê-lo antes, mas não sei o que colocar - é que hoje não tem roteiro, quero simplesmente escrever.
Sobre tudo, ou sobre o nada, que tem mais conteúdo!
Não sei o que quero, não sei o que sou... Sinto-me novamente aos 15 anos, vai ver é porque está chegando meu aniversário.
Bem, pelo menos já descobri que um marcador para colocar!
Queria não usar isto como um diário eletrônico, mas quando começo a escrever, ou melhor, quando sinto vontade de escrever, já é desta forma. Mas quem sabe em breve eu não escreva dissertações, que tragam algum conteúdo além da minha própria vida... Quando chegar a este estágio então sairei do anonimato!
Mil coisas passam a minha cabeça, mas não consigo pensar em nenhuma delas.
Acabei de ver um filme, mas não sei comentar...
Enfim, nele teve uma parte que me chamou atenção... A parte em que a protagonista justifica a sua obediência a regras, no caso, em relação a preconceito, por seu pai ter mandado. Lembrei-me aqui da minha análise, ocorre que muitas vezes seguimos o desejo do outro em detrimento ao nosso próprio desejo. E a questão é: POR QUE? Ou quem sabe até PARA QUEM? O que nos leva a tamanha generosidade?
Poderia escrever linhas e linhas respondendo estas questões, mas não diriam nada. Simplesmente porque não tenho respostas (ainda).


[o título ficou meio estranho, mas é que aind anão consegui nada para colocar]

sábado, 3 de julho de 2010

CONTATO


Bela arte a minha de evitar qualquer contato mais profundo.
Adoro criticar essas relações limitadas, com tempo definido para acabar, mas sou adepta de carteirinha a elas!
Não porque ache legal, mas porque não sei tê-las de outra forma. Sempre que está próximo demais me assusto e me afasto.


"Recuso todos os toques e ignoro todas as tentativas de aproximação."


Faço minhas estas palavras.
A questão é: por quê?
Por que tanto medo deste contato? Medo de ser tocada, ser conhecida.
Talvez não queira mostrar que há mais por fora que por dentro. Que o vazio é o que me ocupa internamente... Que não há nada a oferecer.


Mas se vejo isso, por que ainda assim este contato é o que mais desejo?
O que mais busco?


Seria para encontrar realmente respostas, ou só mesmo para não cessarem as perguntas?


... fica a questão ...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

... contagem regressiva ...


Inicia-se a contagem regressiva, em breve o parabéns para mim!
Não consigo gostar do meu aniversário. É tão ruim ter a impressão que o tempo passa e que não importa o que façamos isto não vai mudar, o ritmo permanecerá o mesmo, independente do nosso próprio ritmo.
Pior ainda é ver o tempo passando e nada sendo feito. Sempre quando o meu aniversário se aproxima, me envolvo em uma experiência quase mística de avaliação do feito. Do que está sendo construído, de resultados... Mas sempre chego a conclusão que não há nada, e que por mais que me encha de atividades, que me ocupe a cada segundo do dia, nada está sendo feito. Aquela ausência ainda permanece...
Eis que chegamos a mesma questão, primordial, essencial: a ausência que não deixa de se fazer presente!
É, a velha, batida, mastigada, sem graça e magnífica questão de sempre (já usei sempre demais nesse post... ¬¬).
Ah, ainda surge a sensação também de mundo perecível. Está tudo mais perto de acabar. Devemos correr contra o tempo. E quanto mais corremos contra o tempo, menos tempo temos de correr contra o tempo, mais rápido o tempo acaba, menos vivemos os momentos... Mais o tempo tem valor, menos tem importância o que fazemos dele.
Por que marcamos o tempo? Pra que controle de tempo? Qual a funcionalidade disto tudo?
Não sei também, mas adoro olhar o relógio!
Enfim, coesão é uma coisa que ficou fora há tempos, né?

sábado, 26 de junho de 2010

O tempo voa...


E a poupança BAMERINDUS nem existe mais...

Que coisa... Quem diria que ela um dia não só não estaria numa boa, como deixaria de ser lembrada....
Mas é assim, coisas da vida...
O que pensamos que é imortal, tão inatingível (não que o pensasse da poupança... Nem pensava nesse tempo. =O), surpreendentemente rápido se esvai, se transforma... Se vai...
Sei lá... Só sei que não permanece... Nem as lembranças permanecem.
Cada dia a mesma lembrança é uma nova lembrança.


Queria de volta aquele amor. Queria de volta aquele amigo...

Nunca tinha admitido isto em público... Mas é tão bom... Pelo menos treinar... Vai ver não será tão ruim assim se o fizer...
Mas que bom não tenho público! xD~
Minha associação livre funciona melhor quando estou sozinha.