segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Amor


Era uma vez uma menina que não sabia o que era o amor.
Um dia ela sentiu uma dor tão grande e descobriu!

domingo, 1 de agosto de 2010

Diferença


Não, não... Não é a diferença entre os sexos!
Tema para outra pessoa! =X
Hoje quero falar apenas de diferença, seja ela qual for...
O problema é que também não sei falar de diferença. Essa história está ficando chata já.
Ou eu aprendo a falar das coisas ou desisto disso de vez! oO

Mas sim, resolvi falar de diferença depois de ver ontem "Minha vida em cor-de-rosa (Ma vie en rose)". Muito bom o filme, e realmente não estou aqui para falar da diferença entre os sexos.

"Entre seus amigos, há alguns que são diferentes. Somos todos diferentes e terão de aprender a aceitar todos e a respeitar uns aos outros".

Tão bonito isso... Tão difícil também!
Isso sim faria diferença na luta contra preconceitos e não essa história de que somos todos iguais. Cadê os iguais?
Não há iguais... E viva as diferenças! \õ/

Essa pra mim foi uma das frases mais marcantes do filme, mas a história toda me prendeu. Um filme todo cheio das mais adultas dúvidas infantis!

Vendo esse filme lembrei de outro... Clássico Sessão da Tarde que marcou minha infância/adolescência: "Conta Comigo (Stand by me)".

Diálogo clássico também, embora não seja o mais famoso do filme:

"- Você acha que sou estranho?
- Sem dúvida!
- Não, é serio. Eu sou esquisito?
- Sim, mas e daí? Todo mundo é estranho."
...Silêncio....

Não sei o que quero realmente falar sobre a diferença. Isso tudo me lembrou da análise, quando insistia no 'esquisito' que é apenas diferente.

Não sou uma pessoa totalmente diferente... Um pouco esquisita, sim... Mas nada que fuja do normal.. Ou não!

A única coisa que sei realmente sobre a diferença é que não é nada fácil. Assumir uma posição diferente, ter gostos diferentes... Há um preço a ser pago por isto. Alguns mais caros... Outros injustos. Se até para se igualar pagamos, por que seria diferente com a diferença?

Nada conclusivo (como sempre)... Meio diferente, mas e daí se todo mundo é estranho mesmo!

terça-feira, 27 de julho de 2010

E por falar em dor...


Hum... Sempre tenho dificuldade em começar o post (e em terminar... Tá! E em manter também... Que coisa! Mas é que começar falando sobre a dificuldade em começar um post faz ter um assunto para começar...).
Mas enfim, nada melhor do que falar sobre o que estou sentindo neste momento... É, sei que não era este o objetivo inicial deste blog, quando reativado, mas agora ele mudou de objetivo... Já que é meu, eu posso dar a ele o objetivo que quiser, né?! =P
Sim, essa enrolação toda é somente para tentar desistir de falar sobre sentimentos... Sempre tão difícil...
Hoje o que sinto é dor... Meu corpo todo sente... Parece meio exagerado, sei, mas gosto dos exageros as vezes. Mas sim, não é uma dor insuportável, que me impossibilita de andar (antes fosse)... É uma dor diferente... Não é de cabeça nem na coluna... Na verdade não é em lugar algum... É em tudo... (Sim, está meio exagerado mesmo, mas é que se for para deixar mais claro onde é, será meio constrangedor... E nem vai ter graça também... =X)
É uma dor que começa no corpo e entra... Ou que começa da alma e vem pro corpo.. Sei lá... Dor na alma é estranho... Alma é estranho!
Não sei... Não consigo muito bem falar hoje... Nunca consigo muito bem falar! Mas é que hoje estou com vontade de escrever, mas para variar não sei exatamente de que, nem como...
Escrever apenas. Assim como a dor... Apenas dor... Em local algum, mas que atinge tudo... Não sinto exatamente, mas me derruba...
Dor em saber que os erros deixam marcas irreparáveis... As marcas ficam... E doem.
(Talvez eu não quisesse falar da dor, mas sim dos erros...)


Hum... Fim de análise... Isso dói também (só não precisava ser literalmente).
Não sei exatamente o que escrever, como também não sei o que falar...


Hoje o que me dói é esse vazio... Que sempre existiu, mas agora grita, como tantas vezes antes. Talvez esteja na hora de escutá-lo. Ou vai ver está na hora de me entregar a dor. Arriscar senti-la de verdade.. E não deslocar a uma parte qualquer (ou a todo o corpo).


Está tudo inacabado, tudo incompleto, tudo sem sentido também (ironicamente, como a dor)... É, está na hora de voltar ao diário de verdade, papel me inspira mais que este teclado duro.